segunda-feira, 13 de maio de 2013

Resenha: O Cemitério


Louis é um jovem pai de família que se muda para o Maine pra assumir o cargo de médico da universidade local. Com sua esposa Rachel e seus filhos Eileen e Gage, ele espera começar uma nova vida nessa cidade, uma vida mais tranquila do que a que ele tinha antes.

Assim que chegaram, logo conheceram seus vizinhos Jude e Norma, um casal de velhinhos muito prestativos que se tornam seus melhores amigos. A vida está tranquila, seus filhos estão na escola, Church, o gato que sua filha tem adoração está circulando normalmente pela casa, até que um episódio fora do comum muda tudo na vida de Louis.

No seu primeiro dia na universidade, um rapaz é atropelado e chega à enfermaria quase morto. Os ferimentos são seríssimos, o crânio está destroçado, e qualquer tentativa de salvamento não vai adiantar. Curiosamente, as últimas palavras do rapaz foram sobre o “simitério” de animais que ficava numa trilha perto da casa de Louis, e o modo como as últimas palavras foram ditas, impressionou e assustou o médico. 

Naquele mesmo dia, Louis sonha com o rapaz, e o sonho parece muito real. Pascow (o rapaz), ainda com o corpo destroçado pelo acidente, leva Louis pela trilha até o cemitério de animais e o adverte que a barreira de arvores existente ali nunca deve ser transpassada, porque o local depois daquela barreira tem muito poder. Louis acorda em sua cama, achando que teve apenas um pesadelo, mas quando se levanta, vê que seus pés estão sujos de lama e os braços machucados pelos galhos das árvores que ficavam na trilha.

Um dia, Norma que sobre de artrite, passa muito mal e quase vem a falecer, se não fosse por Louis, ela teria partido, e o velho Jude se vê em dívida com Louis, mesmo ele dizendo que teria feito aquilo por qualquer outra pessoa, afinal, era a sua obrigação como médico.

Quando o gato da filha de Louis morre, ele não sabe como contar à sua filha de apenas cinco anos e é então que o velho Jude resolve pagar a sua dívida e levá-lo ao antigo cemitério dos índios Micmac, que fica após a barreira de árvores do lado do cemitério de animais, a mesma que Pascow disse que não deveria ser ultrapassada. Louis, mesmo sentindo sensações estranhas e ouvindo vozes durante a caminhada, enterra o gato ali achando que nada demais aconteceria. Qual não foi a sua surpresa quando o gato retorna no dia seguinte, meio vivo, meio morto, com cheiro de terra e um brilho diferente no olhar, meio desajeitado, mas ainda sim, quase o mesmo gato.

A partir daí, o poder daquele lugar começa a aumentar e conspirar pra que as coisas na vida de Louis, não fiquem tão bem quanto ele achou que ficariam, e o médico começa a ter a sensação de que nada na vida dele foi por acaso e que algo muito antigo conspirou pra que ele fosse praquele lugar.

O livro é narrado em um ritmo bem lento, quem é fã do King sabe que ele adora encher uma linguiça, mas toda a espera é compensada no final, que é bem angustiante. 

Esse livro do King foi impressionante porque lida com a morte e as dores que ela causa. Muitos personagens desse livro tinham medo dela ou não a aceitavam como uma coisa natural e muitos ficaram impressionados com os contatos sobrenaturais a qual ficaram expostos principalmente nas últimas 100 páginas da história.

Neste livro ouve várias menções a outras criaturas e episódios de outros livros do King. Bem no começo, vemos ele mencionar o São Bernardo que enlouqueceu e matou todo mundo, uma menção escancarada ao livro Cão Raivoso (Cujo), que está com as edições esgotadas (Suma publica aí!).

Essa é uma história muito triste, e que deixa uma dúvida no ar. Será que se você tivesse a chance de trazer alguém de volta da morte, mesmo havendo a possibilidade dessa pessoa voltar maligna, você desperdiçaria ou arriscaria?

Fica a pergunta.





sábado, 11 de maio de 2013

Citando 26#


Citações – As Vantagens de Ser Invisível



“... a gente aceita o amor que acha que merece.” Pag 35

“Nem todo mundo tem uma história triste... e mesmo que tivesse, isso não é desculpa.” Pag 38

“Não sei se você já se sentiu assim, querendo dormir por mil anos. Ou se sentiu que não existe. Ou que não tem consciência de que existe. Ou algo parecido. Acho que querer isso é muito mórbido, mas eu quero quando me sinto assim.” Pag 103

“E todos os livros que você leu foram lidos por outras pessoas. E todas as canções que você gostou foram ouvidas por outras pessoas. E aquela garota que é bonita pra você é bonita pra outras pessoas. E você sabe que, se enxergasse esses fatos quando era feliz, se sentiria ótimo, porque estaria descrevendo a “união”.  Pag 105

 “Não há nada como a respiração profunda depois de dar uma gargalhada. Nada no mundo se compara à barriga dolorida pelas razões certas. E essa era ótima.” Pag 169

“Eu morreria por você. Mas não viveria por você.” Pag 179

“...todo mundo é especial à sua própria maneira” Pag 192

“... não há problema em sentir as coisas. E ser quem você é.” Pag 221

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Feliz Dia Das Mães Com Monstros S.A.

Além de amar livros, eu sou uma grande fã de animações. Como tenho filhos pequenos, me aproveito descaradamente da situação na hr de escolher filmes no cinema hahahaha.

Universidade de Monstros, o prelúdio do Monstros S.A. vai estrear em junho no Brasil, e dentre os diversos trailers do filme que já estão disponíveis no youtube, esse aqui, em homenagem ao dia das mães (próximo domingo), é muito legal.



Porque toda mãe é meio monstrinha de vez em quando :)

Meus filhos que o digam!!!! hahahaha